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O relatório, The State of Debt: Putting and end to 30 years of debt crisis (A dívida do Estado: acabar com trinta anos de crise da dívida) examina a divida externa dos governos e do sector privado em países com renda baixa e moderada. Segundo o autor, Tim Jones, os países ricos estão tomados por uma crise da divida causada em grande parte causada pela irresponsabilidade das operações de empréstimo e empréstimo entre bancos privados. Mais preocupante ainda é que esse tipo de dívida está aumentando nos países pobres num momento em que os líderes mundiais pensam que o problema da dívida do terceiro mundo está resolvido. Talvez a conclusão mais surpreendente do relatório é que três dos países das quais parte da dívida foi cancelada como resultado da campanha global Jubilee – Moçambique, Etiópia e Níger – certamente vão gastar tanto quanto a sua dívida externa antes do alívio da dívida.
DFI participou do Simpósio do Fórum de Cooperação para o Desenvolvimento das Nações Unidas (DCF). em Brisbane, Austrália. Os participantes discutiram a necessidade da Agenda de Desenvolvimento pós 2015 ser baseada em desenvolvimento sustentável economicamente, socialmente e ambientalmente; e o que isso significaria para a entrega da ajuda, do mecanismo de financiamento e parceria, responsabilidade mútua e da arquitectura internacional.
O Departamento Britânico de Desenvolvimento Internacional contratou a DFI para apoiar o Governo Islâmico da Republica do Afeganistão na criação de um Quadro de responsabilização mútua com o objectivo de assegurar que o governo e seus parceiros de desenvolvimento sejam responsáveis por atingir resultados da ajuda. Prevê-se que este Quadro esteja pronto após a conferência internacional de Tóquio planeada para Julho 2012.
Matthew Martin e Prof. Ngaire Woods da Universidade de Oxford visitaram a sede do Banco Africano de Desenvolvimento em Tunis para reuniões com a directoria sobre as conclusões do relatório de avaliação do BAD por seus clientes. As discussões foram bastante positivas e as partes interessadas concordaram em uma série de medidas concretas para seguir as recomendações propostas. O relatório será apresentado a Reunião Anual do BAD em Arusha em Maio e posteriormente publicado e amplamente divulgado a todos os interessados.
Como parte do Programa de Fortalecimento de Capacidades na área de Gestão da Dívida, uma missão conjunta da DRI e CEMLA visitou Port-au-Prince em duas missões de Capacitação. A primeira teve como objectivo melhorar a capacidade na sustentabilidade e estratégia da dívida e actualizar a base de dados da divida publica para os exercícios MTDS. O objectivo da segunda missão foi familiarizar os funcionários de várias instituições com a metodologia elaborada pela DRI sobre novos financiamentos. O evento contou com a participação de dezanove participantes do Ministério da Economia e Finanças, do Ministério de Planeamento e Cooperação Externa e do Banco da Republica do Haiti. A preparação para a terceira missão sobre riscos e portfolio está em andamento.
Ministros das Finanças dos PBR francófonos participaram de uma reunião em Washington DC co-presidida por Camboja e Camarões. Durante a conferência de imprensa, eles exigiram a representação justa no G20 e no Conselho de Estabilidade Financeira (FSB), mais progresso no financiamento inovador, o alivio da dívida, e qualidade e quantidade da Ajuda. Em conjunto com um processo substancial de lobbying pela Campanha Internacional contra a pobreza, essas discussões resultaram numa rápida confirmação dos lugares africanos na mesa do G-20. Para uma cópia do comunicado ministerial clique aqui.

DFI contribuiu para a finalização de um documento de segurança alimentar elaborado pelo Secretariado da Commonwealth e a Organização Internacional da Francofonia e que apresenta as perspectivas dos países membros menores, mais pobres e vulneráveis de ambas Associações. O documento foi apresentado na reunião de sensibilização do G20 com o México na Presidência. Numa declaração no final da reunião, os participantes encorajaram um foco contínuo na segurança alimentar como uma importante área de ênfase durante a Presidência do G20 pelo México. Baseando-se em suas próprias experiências, os participantes dos países em desenvolvimento observaram que a insegurança alimentar está entre as prioridades mais urgentes para reduzir a pobreza e atingir um crescimento sustentável. Pediram um conjunto coerente de medidas para aumentar a produção de alimentos e de acesso, incluindo a garantia de compromissos de longo prazo para investimentos futuros, assistência técnica e financeira, adaptando novas pesquisas, e o desenvolvimento de ferramentas para ajudar a aumentar a produtividade dos pequenos proprietários de terra e promover o uso sustentável a longo prazo dos rendimentos dos recursos naturais.
A pedido de Save the Children Norway, Norwegian church Aid e o Norwegian Forum for Environment and Development, DFI preparou um estudo de verificação se o Fundo de Redução da Pobreza e Crescimento criado pelo FMI está alcançando a redução da pobreza e o crescimento dos Países de Baixa Renda. O estudo concluiu que o Fundo poderia estar fazendo muito mais nessa área e faz fortes recomendações para o FMI e seus financiadores. O relatório foi o tema de um seminário realizado em conjunto com as reuniões da Primavera do FMI e agora é base para contribuições na revisão dos instrumentos dos PBR.
Uma missão conjunta com o Banco Mundial e DRI visitou Niamey com o objectivo de avaliar a gestão da dívida do país, utilizando a metodologia DeMPA. Como parte da avaliação, a missão organizou reuniões com todas as instituições envolvidas na gestão da dívida. O relatório preliminar foi finalizado e circulado para comentários antes de ser submetido às autoridades do país.
DFI participou de uma missão DeMPA organizada pelo Banco Mundial no Burundi. A missão avaliou a gestão da dívida do país e organizou reuniões com instituições chaves envolvidas no processo de endividamento. A equipa também forneceu capacitação na questão de riscos operacionais, nos cálculos de doações e interpretação dos resultados da ASD implementada em Burundi. As conclusões preliminares foram distribuídas com instituições específicas e com o Ministério das Finanças e Planificação Económica.
DFI foi comissionada por um consorcio de grandes ONGs (ActionAid, Concord, Oxfam, Save the Children e a UK Aid Network) para analisar se um quadro de monitoramento global é essencial para que haja progresso no aumento dos resultados da ajuda. O sestudo foi apresentado nas reuniões em Addis Ababa, Paris e Washington. Graças ao lobby principal e negociações por parte dos países em desenvolvimento e ONGs, parece que as negociações pós-Busan irão produzir um quadro global razoavelmente robusto para monitorar estes resultados.







