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Um relatório da ONU, OCDE e NEPAD argumenta que o sector privado é o melhor meio para a África diversificar sua economia longe do comércio de comodidades. Utilizando estudos de caso de Angola, Benin, Quénia, África do Sul e Tunísia, o relatório recomenda políticas que fortaleçam o clima de negócios, incluindo acordos de comércio internacional, as parceria pública privada, o fortalecimento de capacidades para o sector privado bem como parcerias com doadores e parceiros comerciais.
Falando antes de uma conferência recente, o FMI identificou um papel de liderança para o investimento privado em termos de produção de energia (com um sector público responsável pela rede de transmissão) e de telecomunicações. A participação privada exigiria perspectivas de se obter lucros e um ambiente favorável através de um sistema fiscal sólido, boa governação e regime jurídico.
O Relatório de 2010 sobre os Países menos desenvolvidos considera o foco excessivo da promoção do IDE e negligência de investimento interno como tendenciosa e contraproducente. Reconhecendo o papel de um sector privado dinâmico interno, o relatório incentiva o apoio catalítico para o desenvolvimento do sector privado e maior participação do sector privado na provisão de infra-estrutura.
A primeira reunião da Iniciativa América Latina e o Caribe da OCDR sobre a promoção de investimento concentrou-se em empregos e desenvolvimento. Esta reunião colocou as dimensões sociais do desenvolvimento e do investimento como vitais para o debate político e também identificou oportunidades de cooperação regional em termos de política de investimento e a necessidade dos países de fortalecerem suas capacidades para que sejam capazes de melhorar o clima de investimento.
De acordo com os dados estatísticos de 2011 sobre a Migração e as Remessas de Fundos, as remessas para os países menos desenvolvidos têm mostrado resiliência durante a crise mundial, e espera-se um aumento desses fundos em 2011-12. Os países exportadores mais importantes em 2009 foram os Estados Unidos, Arábia Saudita, Suíça, Rússia e Alemanha. Os destinatários principais em 2010 são Índia, China, México, Filipinas e França. As remessas são mais significativas para os pequenos países em termos de PIB. Enquanto os países de alta renda continuam sendo a fonte principal, a migração entre os países menos desenvolvidos ultrapassa a migração entre os PMD e os países da OCDE.
Durante los últimos cuatro meses, DFI participó en cinco eventos de gran importancia en términos de apoyo y promoción en el contexto de las Reuniones Anuales de las IBW, redactó para las Naciones Unidas el Informe independiente sobre Cooperación Internacional para el Desarrollo, incrementó su cooperación con las organizaciones de la sociedad civil (CSO) y los organismos internacionales para que los donantes asuman su responsabilidad en la asistencia...Para maiores informações clique aqui
Um relatório conjunto da UNCTAD e OCDE sobre as medidas de investimento que apoiam os países do G20 verificou que os países do G20 continuam, de forma geral, resistindo às pressões proteccionistas, mas convida-os a permanecerem vigilantes tendo em conta a intensificação das pressões proteccionistas.
A organização Connect US financiou a DFI por um trabalho em parceria com o Consorcio Africano de pesquisas económicas, a Instituição Brookings, New Rules for Global Finance e a Universidade de Missouri / Kansas City. Este trabalho tem como objectivo assegurar que as opiniões dos PBR e dos países africanos, sobre a melhor forma de regulamentação financeira global que pode promover o seu desenvolvimento, sejam ouvidas no G20, no Governo dos EUA e no Conselho de Estabilidade Financeira. Para maiores informações clique aqui. For the video of the Financial Governance Panel click here.
A ONU produziu o primeiro relatório de Cooperação para o Desenvolvimento Internacional, que é uma análise independente de tendências em qualidade e quantidade de ajuda, responsabilização mútua e transparência, da cooperação Sul-Sul, coerência política para o desenvolvimento e a necessidade de reformar a arquitectura da cooperação para o desenvolvimento mundial. O relatório, que a ONU comissionou DFI a elaborar, foi lanchado preliminarmente numa sessão paralela a Cimeira OMD em 21 Setembro. O resumo do relatório está disponível no momento.
Com uma necessidade de financiamento anual estimada em EUA 93 mil milhões até 2020, este Boletim Económico identifica as oportunidades importantes e interesses económicos de investimento em infra-estrutura em África. As prioridades das políticas incluem a mobilização de capitais privados estrangeiros (constatando a importância especialmente da cooperação do IDE Sul-Sul com referência a China), e fontes alternativas de obrigações nacionais e regionais, sob a forma de infra-estrutura (por exemplo Quénia), Fundos de Riqueza Soberana (por exemplo Líbia), e obrigações relacionadas a bens.
Informações sobre o Programa de Remessas do CEMLA podem ser encontradas aqui. Além dos documentos técnicos, o site contém relatórios nacionais com questões sobre o contexto económico, quadro legal e institucional, características dos receptores e provedores de remessas; meios e canais de pagamentos utilizados, custos do envio, publicação da informação, transparência e protecção ao consumidor, assim como a metodologia utilizada para a sua avaliação. Estes estão actualmente disponíveis para Barbados, Bolívia, Colômbia, República Dominicana, Equador, El Salvador e Honduras.







